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Ana Luísa Lacombe

Ana Luísa Lacombe é atriz, contadora de histórias, escritora e figurinista. Carioca, radicada em São Paulo, atua desde 1980 como atriz e, com o passar dos anos, foi ampliando sua área de atuação. Desde 2002 vem se interessando e pesquisando o trabalho de narração de histórias associando-o à sua experiência no teatro. Fundadora da Cia Faz e Conta, já produziu seis espetáculos, ganhando com eles 5 Prêmios APCA, 2 Prêmios FEMSA Coca-cola de Melhor Atriz. Curadora de 2005/13 do “Sipurim – Hora da História”e “Encontro de Contadores de Histórias” do Centro da Cultura Judaica. É professora e coordenadora do Curso de Formação de Contadores de Histórias da Biblioteca Municipal Hans Christian Andersen. É professora de narração de histórias da Pós graduação na Faculdade Cantareira e na FACON (Faculdade de Conchas). Tem vários livros publicados, dentre eles: “Quanta História Numa história! – Relato das experiências de uma contadora de histórias”

Cristiana Ceschi

Cristiana Ceschi é uma artista do Encontro. Seu trabalho de performer, contadora de histórias e educadora segue o propósito de fazer emergir o novo por meio do conhecimento ancestral - as narrativas de tradição oral. É atriz formada pelo Bayside College – Austrália e Cientista Social (FFLCH-USP). Em 2007 fundou junto com Beatriz Carvalho o Coletivo As Rutes formado por artistas que desejam propiciar Experiências Significativas no espaço da cidade e para público não esperado. Em 2014 ganhou o título de mestre em em ensino e aprendizagem da arte pela ECA – USP ao apresentar sua dissertação – A Menina, O Cavalo e a Chuva , a Arte de Contar Histórias e a Cibercultura com orientação de Regina Machado. Segue sua busca de contato entre o Ancestral e o Novo, pesquisando as conexões entre Arte e a Ciência como integrante do núcleo de Humanidades, Narrativas e Humanização em Saúde da Escola Paulista de Medicina (EPM) - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) sob orientação do Prof. Dr. Dante Marcello C. Gallian. O “carro-chefe” da trajetória artística de Cristiana Ceschi é conhecer e contar histórias da tradição oral com foco no desenvolvimento humano. Desde 2004, trabalhou nos mais diversos espaços como escolas, universidades, teatros, SESCs, bibliotecas, abrigos, hospitais e empresas. Também já coordenou e ministrou cursos, workshops e palestras sobre essa arte tanto para pessoas interessadas em aprender a contar histórias quanto para aqueles interessados em expandir o conhecimento de si e das relações humanas.

Daniel Kronenberg

Ator e palhaço formado pela Escola de Arte Dramática (ECA/USP) e Bacharéu em Direito pela Universidade Mackenzie-SP. Atuou em mais de 30 espetáculos de teatro, para crianças e adultos, dentre eles “O Santo Inquérito” (2002), “O Corcunda de Notre Dame” (2005), “Sonho de uma noite de verão” (2006), “Tartufo” de Moliere (2007), “Bodas de Sangue” (2007), “As três irmãs” (2008), “No papel da vítima” (2009), “O diabo de tetas” (2009), “É proibido miar” (2011), “O Rei Leão,” da Disney (2014), “O aniversário da infanta” (2016), “O compositor delirante” (2017), “Sobre ratos e homens” (2017)  e “O inspetor geral” (2018). Assistente de direção no projeto Poeta em Cena, em parceria com a Casa das Rosas, da Secretaria de Cultura do Estado, e do espetáculo musical infantil ‘É proibido miar’.

Na tv, atuou na série de comédia “Na Batalha” (2012), e na minissérie ‘A Teia’; da TV Globo (2013). Em cinema, atuou em alguns curta-metragens, como “Uma por Cabeça” e “Ao gosto de Augusto” (2008), “Quatro paredes” (2009), “Ressaca” (2010) e “Melpomene” (2015). Escreveu e atua no monólogo teatral ‘O compositor delirante’, inspirado na vida e obra do compositor Beethoven. Outras dramaturgias ainda inéditas: “À deriva” e “Idealistas revolucionários”, bem como o romance também inédito, ‘A síndrome do pequeno poder’. DKG Soluções Lúdicas – voltada ao mercado corporativo. Produtos e serviços lúdicos para treinamento, desenvolvimento e comunicação.

Giralua Cia de Artes

A Giralua Companhia de Artes, fundada por Val de Castro e Alessandro Brandão, é um grupo artístico com trajetória de 19 anos que cria espetáculos teatrais, intervenções artísticas e festivais tendo a literatura como ponto de partida em fusão com linguagens da arte como artes cênicas e artes visuais. Projetos como Cabeças de Livro e o FELELI (Festival de Leitura e Literatura) são ações vivas e contínuas no intuito de incentivar o gosto pela produção literária bem como as narrativas orais de tradição, além do prestígio ao objeto livro e difusão da leitura literária. 

Giuliano Tierno

Contador de Histórias e Formador. Professsor Doutor em Artes com pesquisas na área de oralidade em contexto urbano.

Kiara Terra

É escritora (A Menina dos Pais Crianças editora Ática; Hocus Pocus: um pai de presente Cia das Letras) e contadora de histórias. Em 1998 criou o método de narração chamado A História Aberta que são narrativas colaborativas que estimulam a participação do público. Escuta e técnicas de improvisação são os principais recursos desse modo de narrar. Ele tem se tornado um instrumento pedagógico abrangente tanto na formação de professores como para espaços de mediação de obras de arte, museus e exposições. Kiara viaja o Brasil formando educadores.

Penélope Martins

Advogada, escritora e narradora de histórias, autora de obras como Poemas do jardim – Primeiro catálogo de brincadeiras zoobotânicas poético-ilustradas (editora Cortez) e Quintalzinho (editora Bolacha Maria), ambos em parceria com a artista Tati Móes. Como narradora já se apresentou em diversos lugares do Brasil e em Portugal. Mantém um blog para fomentar leitura e oralidade, o Toda Hora Tem História, com interface com o blog lusitano, Clube de Leitores, também mantém o projeto Mulheres que Leem Mulheres no facebook.

Poin

A POIN é um trabalho paralelo dos integrantes da cia cabelo de maria: um septeto formado por músicos que tocam violão, acordeon, flauta, violino, sousafone e percussão e que tem como principal característica a interatividade com o público, que é incluído de diferentes formas em todos os números musicais instrumentais apresentados.

Sérgio Audi

Graduado em Cinema pela ECA-USP e mestre em Artes Cênicas , trabalha com teatro desde 1983. Atuou nos filmes “A Lata” e Erra Uma Vez”. Atuou em "Macbeth", "O Arquiteto e o Imperador da Assíria", e “A Falecida”,  entre outros. Dirigiu “Valsa n 6” de Nelson Rodrigues, “A Exceção e a Regra” de Bertolt Brecht, “A Mãe” de Gorki-Brecht, e “Homens de Papel” de Plínio Marcos, entre outros trabalhos. Atualmente atua e dirige uma adaptação solo de “Vidas Secas” de Gracilianos Ramos,  dirige “Nas Voltas da Bola e da Boleta” de Plínio Marcos, é professor de Improvisação na Escola Superior de artes Célia Helena e doutorando em educação pela USP com a pesquisa "A importência da arte em uma educação emancipadora".